quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

PROPOSTA COM RETROPROJETOR

Hoje, na cadeira de Laboratório de Arte e Ensino II, onde discutimos experiências e possibilidades do ensino das artes dentro da sala de aula, fizemos uma atividade trazida pelo professor Celso Vitelli, a qual nos provocou a pensar na importância da experimentacao dos materias no e o quanto e a dinâmica da aula é importante e traz resultados satisfatórios. A atividade proposta foi a seguinte: cada um recebeu um material diversificado, como alfinetes, algodão, folhas de arvores, sal e assim por diante. Junto com esse material cada um recebeu uma lâmina que seria usada como base do trabalho. E cada um, com o material que recebeu, deveria construir em cima da lâmina um retrato da figura humana, podia ser resolvido da forma que fosse, desde que só fosse usado aquele material, sem empréstimos do material do colega. O resultado do trabalho seria visto através da colocação da lâmina em um retroprojetor. Somente imaginando na execução dessa atividade, não consegue-se ter uma real conclusão, se não for exercitada, pois o resultado é fantástico e a possibilidades de maneiras de discussões e exercícios que essa atividade pode render em aula são inúmeras. Vale a pena experimentar!!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

REPOSTAS PRÓPRIAS

Ao meu ver, as Artes Visuais, não é uma disciplina como todas as outras. Ela não funciona e muito menos é enxergada da mesma forma das demais. Há ainda um pequeno e certo “preconceito” em relação à ela, tanto entre alguns os alunos quantos os demais, por verem  a disciplina como uma espécie de período do intervalo, e sem muito sentido. Não estou generalizando totalmente, estou apenas expondo como ela ainda vem sido visto desse jeito. E isso é algo que dificulta para o educador, captar o interesse e a atenção dos alunos entro da sala de aula , pois essa visão ainda tida por alguns limita pouco isso.

Acredito que dialogar com os alunos, sobre a importância da arte e tentar fazê-los ver a riqueza que ela consiste é o primeiro passo para serem colocados os planos em ação. Porém os alunos só enxergarão pro completo essa importância da arte, se um bom profissional através das suas aula conseguir passar isso, usando as suas atividades como meio de captação do interesse do aluno. Está aí a importância de um bom plano de ensino. Mas esse plano de ensino, eu acredito que não deve ser somente construído pelo docente, e não estar aberto para adaptações, como por exemplo, os interesse dos alunos, muito pelo contrário é importante saber o que o grupo quer  ou tem vontade de aprender, e assim o docente tentar encaixar naquele antes pré-estabelecido, só que sem deixar para trás conteúdos que realmente tem uma enorme importância no ensino da arte. Essa é uma boa possibilidade super válida, na tentativa de instigar os alunos para o aprendizado das artes.
Além de tentar unir o interesse do grupo com o projeto feito pelo docente, é muito importante que professor esteja atento as novidades do mundo em que vivemos, como a tecnologia por exemplo. Por mais difícil que seja, e por mais que não haja um estabilidade nisso tudo, tornando-se o conhecimento do docente algo provisório e frágil, é importante mesmo assim, o docente ir atrás sempre que possível das novidades que surgem e tentar inserir a tecnologia dentro do seu projeto. Hoje, estamos em um período que sem o conhecimento tecnológico, como abrir uma página na Internet, mostrar algum vídeo seja em uma televisão ou até mesmo no computador já é algo que não poderia mais acontecer. A tecnologia pode trazer muitos pontos positivos há um projeto de ensino, assim como enriquecê-lo e até mesmo, descontrair certas aulas monótonas e captar ainda amis a atenção dos alunos. Por isso estar por dentro das mudanças que acontecem nesse meio é extremamente importante, pois querendo ou não, é a nossa realidade.

Dependendo da faixa etária que o professor irá trabalhar, os projetos de ensinos irão variar, pois são montados de acordo com as capacidades e possibilidades de mais fácil aprendizado, naquela determinada idade. O professor precisa estar ciente de que cada fase da criança, do adolescente ou adulto há sistemas diferentes de captação, assimilação e compreensão de conteúdos. Experimentar, talvez, alguma proposta de aula feita para uma determinada faixa etária em outra, pode ser algo que dê certo, ou completamente errado. É necessário cuidado e uma boa avaliação se fazer isso é realmente viável. Utilizar a essência da proposta tal para elaborar outra, para outra faixa etária, é um boa saída, só que mesmo assim todo o cuidado é pouco, e somente tendo uma boa bagagem de experiência e realmente conhecer o grupo que irá trabalhar, é que ele saberá se essa possibilidade é válida ou não, e mesmo assim a dúvida estará presente.

Com as crianças, no meu ponto de vista deve ser elaborado um plano de ensino com  maior delicadeza possível, o mesmo eu digo na forma de lidar com elas. Interromper o momento de concentração da criança, por exemplo, não é considerado no meu ponto de vista algo positivo, pois esse momento é algo íntimo, do interior da criança, onde ela está tentando solucionar o que foi pedido de uma maneira própria, e talvez essa intervenção do docente possa influenciá-la não tão positivamente no desenvolvimento da atividade. Pois querendo ou não as crianças sofrem de muitas influências alheias, por ainda estarem em uma fase de construção de suas opiniões próprias, isso faz com que perca a pureza e espontaneidade da criança. Até mesmo nos momentos em que as crianças realizam desenhos esteriotipados os questionamentos devem ser menores, deve-se instigar a criança a observar e a desenvolver a sua criatividade, para assim tentar libertá-la desse tipo de desenho, que é muito comum nesse período.

Se começarmos desde pequenos ensiná-los a observar, isso irá facilitar alguns processos no futuro, como, por exemplo, na observação da uma obra de arte, que é um dos assuntos que a Mirian Celeste questiona. Em uma expressão sua, usada em seus textos sobre arte-educação: “sensível olhar pensante”, Mirian questiona as formas como apreciamos uma obra de arte, a multiplicidade de leituras, a importância de um “olhar aberto”, e que muitas interpretações variam do momento, por isso a importância de exercitar o olhar do aluno, e se possível começar com pequenos passos desde cedo.

Há tantos detalhes dentro das artes, que só com muita vivência no assunto é que eles serão assimilados, por isso a avaliação em uma disciplina artística não tão clara e objetiva, ela é composta por etapas, se resume na evolução, no interesse e na seriedade da prática dos alunos avaliados, pois sem interesse e motivação o mundo das artes não é usufruído de uma maneira tão pura e bela, como deveria e isso é o papel do professor em despertar isso em seus alunos. O professor é responsável pela formação humana e por isso tudo deve ser feito com excelência